O ambiente corporativo tem grande influência sobre o desempenho dos colaboradores e sobre seus relacionamentos interpessoais — podendo otimizá-los ou prejudicá-los. Um clima organizacional ruim é capaz de desanimar até mesmo o profissional mais bem disposto da sua equipe, reduzindo lentamente sua performance e sua qualidade de vida.

Os gestores também são afetados e podem, inclusive, ter suas habilidades de liderança e análise prejudicadas. Afinal, ninguém gosta de trabalhar em um local nocivo, com pessoas mal humoradas e uma péssima política de benefícios.

Com o tempo, por mais que o salário seja bom, a tendência é que os funcionários se frustrem, comecem a faltar e peçam demissão, aumentando os níveis de absenteísmo e de turnover. Para que você saiba evitar esse cenário, o artigo de hoje explica o que é o clima organizacional, qual a sua importância e que técnicas empregar para melhorá-lo.

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Afinal, o que é clima organizacional?

O clima organizacional corresponde à forma como os colaboradores percebem e se relacionam com a empresa, entre si e com seus gestores. Ele envolve, ainda, um conjunto de ações que colaboram para o estabelecimento de um ambiente acolhedor, dinâmico e agradável para que as pessoas possam exercer suas atividades profissionais.

O clima organizacional tem a ver com propriedades que podem ser medidas no local de trabalho, de forma indireta ou direta, por aqueles que dele usufruem para desempenhar suas funções.

De certo modo, ele consiste em um conjunto de sentimentos predominantes em uma organização — ou como ela é sentida por seus colaboradores —, além de englobar a satisfação deles com os elementos afetivos e técnicos de suas carreiras e do trabalho.

Isso se reflete em suas relações intergrupais e no modo como atuam em um trabalho de equipe, impactando as relações entre colegas, liderados e líderes — e até mesmo entre os colaboradores, clientes e fornecedores.

Em suma, podemos dizer que é uma tendência de percepção que os integrantes da empresa têm em relação ao seu grau de satisfação com uma ou mais características desse empreendimento.

Quais as diferenças no clima organizacional de pequenas, médias e grandes empresas?

O clima organizacional existe em pequenas, médias e grandes corporações. A diferença está na proporção com que ele é percebido, já que afeta alguns poucos colaboradores no primeiro caso ou até mesmo milhares de indivíduos nos maiores empreendimentos.

Além disso, nas médias e grandes companhias há maiores chances da formação de panelinhas, além do surgimento e disseminação de boatos e fofocas, como veremos adiante, graças à grande quantidade de colaboradores de perfis distintos que trabalham juntos.

Por outro lado, nas organizações menores tais fatores são dificultados justamente pelo número reduzido de funcionários. Contudo, os impactos de um clima organizacional ruim podem ser nocivos para a sobrevivência do negócio. Se o time não está satisfeito com a empresa, a tendência é que seus resultados diminuam em um ritmo rápido, pois a organização depende exclusivamente dessa equipe.

Em um empreendimento de maior porte, isso pode ser estancado ou compensado no início por programas e estratégias internas de RH. Todavia, caso o clima se deteriore e comece a ser sentido por vários grupos, a recuperação tende a ser mais lenta até que todos os times sejam trabalhados, especialmente em épocas de crise. Para lidar com isso, é preciso uma ação coordenada entre RH e líderes organizacionais.

Por que o clima organizacional é importante para a empresa?

Quando o clima organizacional está ruim, o negócio pode sofrer desgastes lentos, porém significativos. Quando estes são acumulados, a produtividade corporativa tende a diminuir, a satisfação de colaboradores cai e pode ocorrer um aumento nas taxas de absenteísmo (ausências) e turnover (rotatividade de colaboradores).

Isso gera um prejuízo financeiro, pois você precisará investir em processos seletivos para a contratação e o treinamento de novos colaboradores para suprir os postos dos que saíram. Outros funcionários também precisarão ensinar os novos colegas, deixando suas atividades de lado e, desse modo, perdendo produtividade.

Todavia, você ainda corre o risco de que esses novos colaboradores — e até alguns dos antigos — se demitam após um período curto por conta do ambiente organizacional nocivo, gerando a perda dos recursos investidos (tempo, dinheiro e esforço).

Além disso, aspectos como engajamento, comprometimento e confiança diminuem dentro da empresa — ao passo que as divergências e o estresse no ambiente de trabalho aumentam. O negócio também fica vulnerável a perder seus melhores talentos para a concorrência, o que diminui sua competitividade no mercado.

Por outro lado, um clima organizacional positivo é essencial para empreendimentos que querem alcançar o sucesso, contando com crescimento sustentável e contínuo. Isso só é possível graças a uma equipe proativa, produtiva e contente com o negócio.

Nesse sentido, é preciso destacar que um clima bom ou excelente só é obtido quando comportamentos e atitudes positivas predominam no ambiente corporativo. Os ganhos de se ter um excelente clima organizacional incluem:

  • aumento da produtividade;
  • diminuição de ausências e pedidos de demissões;
  • melhora na confiança e segurança entre colegas;
  • maior comprometimento com metas e objetivos;
  • melhora nos níveis de engajamento;
  • diminuição de atritos entre colaboradores;
  • maior retenção de talentos;
  • elevação da qualidade de vida dos funcionários, entre outros.

Um bom clima organizacional também fomenta a inovação e a criatividade, pois os profissionais se sentem mais dispostos a sugerir ideias para produtos, serviços e processos. Além disso, quando são empregadas técnicas de motivação para os funcionários, a tendência é que haja maior engajamento para colocar essas ideias em prática.

Quais fatores indicam um clima organizacional desgastado?

Para conseguir melhorar o clima organizacional do seu negócio, é importante avaliar se existem elementos que indicam que as coisas não estão boas. Afinal, nem sempre fica evidente que o ambiente corporativo está ruim, principalmente para gestores — pois os liderados podem evitar comentar sobre como se sentem ou o que percebem.

Em alguns casos, o líder só fica sabendo quando já é tarde — ou seja, no momento em que funcionários pedem demissão. Para evitar isso, veja se existe em sua empresa, em maior ou menor grau, algum dos fatores que destacamos a seguir:

Formação de “panelinhas”

É normal que os colaboradores se unam àqueles com os quais possuem maior afinidade. Porém, tal prática se torna um problema quando ela vira uma constante, produzindo as chamadas “panelinhas”, que são comuns em médias e grandes empresas.

Afinal, elas promovem o isolamento de quem não faz parte, de modo que alguns colaboradores passam a ser desfavorecidos em relação a outros. Nessa situação, ocorre uma troca de favores e privilégios entre os membros dos grupos em detrimento dos interesses do negócio.

Elas também prejudicam o aprendizado e o crescimento dos colaboradores, pois cada funcionário que faz parte desses grupos passa a interagir mais com indivíduos que pensam de forma semelhante a ele. Dessa maneira, ele pode se fechar para o novo e o diferente, ficando sempre com as mesmas ideias. A troca de experiências é reduzida.

Como membros das “panelinhas” tendem a se isolar entre si, eles podem não se comunicar de modo adequado com integrantes de outros departamentos. Tal ato pode provocar falhas na comunicação, com grande probabilidade de gerar prejuízos para o empreendimento.

Por fim, em situações de crise, essas panelinhas podem gerar atritos entre si, ou seja, você poderá ter vários grupos em conflito dentro da empresa.

Aumento nas solicitações de afastamentos e faltas

O alto índice de absenteísmo é um indicador importante para avaliar o clima organizacional. Portanto, é fundamental ficar atento a faltas frequentes de colaboradores, principalmente daqueles que não costumavam se ausentar. Os atrasos também precisam ser monitorados, pois indicam falta de comprometimento com a rotina de trabalho.

Também é necessário observar se há aumento no número de solicitações de afastamento decorrentes de problemas físicos ou questões ligadas à saúde mental dos trabalhadores.

Proliferação de fofocas e surgimento de rádio peão

Fofocas são comuns dentro da empresa e podem ser classificadas em três grupos:

  • as “inofensivas”, que tratam de questões simples do dia a dia corporativo e normalmente não trazem problemas;
  • as maldosas, que podem afetar injustamente a imagem de profissionais que não fazem parte das “panelinhas”, que destacam-se entre os demais ou que simplesmente pensam diferente;
  • as decorrentes de falhas na comunicação. Essas podem se espalhar pela empresa, gerando insegurança, tensão e falta de credibilidade nos gestores, especialmente em épocas de crise.

Essas fofocas conseguem tornar o ambiente prejudicial para as relações pessoais e profissionais, prejudicando a produtividade da equipe e gerando atritos graves entre colaboradores.

Além disso, muitos podem passar mais tempo tentando defender-se das fofocas ou proteger-se de boatos do que efetivamente trabalhando. Aliás, a propagação de boatos — prática conhecida como “rádio peão” — também é nociva, já que há chances de espalhar notícias falsas pelos corredores da empresa.

Por fim, é importante mencionar que os gestores podem perder autoridade caso se omitam após tomar ciência das fofocas.

Elevação no número de pedidos de mudança de setor

O clima organizacional deve ser analisado em cada setor para verificar se esses ambientes são agradáveis para os trabalhadores. Caso você perceba que há uma elevação na quantidade de pedidos de transferência de um determinado departamento, por exemplo, ou se esse número sempre foi alto, isso indica que há problemas nele.

Dessa forma, é vital buscar a causa disso, que pode ser a existência de exigências muito elevadas na área — em metas, padrões de qualidade ou produtividade. Um gestor com problemas de relacionamento e falta de treinamento adequado também são razões que devem ser estudadas.

Quais são as 10 melhores dicas para otimizar o clima organizacional?

Caso você identifique problemas no clima organizacional do seu negócio, existem dicas e técnicas que se empregadas ajudam a reverter esse quadro, tornando o ambiente corporativo mais atrativo, saudável e recompensador. Separamos 10 delas. Veja!

1. Preze por um ambiente de trabalho adequado

Lembre-se sempre de prover todos os materiais necessários para que os colaboradores exerçam suas atividades. Caso contrário, você corre o risco de desmotivá-los e, ainda por cima, gerar resultados abaixo dos esperados.

Se um profissional necessita de determinados softwares para fazer um bom trabalho, por exemplo, é importante obter licenças para que ele possa utilizá-los em vez de incentivar o uso de versões piratas ou limitadas.

O investimento pode ser mais vantajoso do que os prejuízos com horas de trabalho perdidas com travamentos, bugs e falhas de programas não licenciados. Você também terá maior qualidade nos processos e evitará estresse adicional por parte do colaborador e de quem é afetado por suas atividades.

Também forneça materiais de escritório, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), objetos ergonômicos, entre outros que garantam que os funcionários possam trabalhar corretamente.

2. Implante um pacote de benefícios

O salário não é o único capaz de motivar o funcionário a trabalhar bem e contente. É preciso fornecer outros benefícios para que ele se sinta motivado e mais feliz por atuar dentro da sua empresa.

Para tanto, é preciso destacar que você não precisará investir muito nisso, pois existem alguns benefícios que são simples e baratos, mas que conseguem gerar bons resultados. Veja alguns:

  • cesta básica ou vale-alimentação;
  • parcerias com clubes, teatros, cinemas e outras organizações que forneçam descontos em atividades culturais e de lazer para os seus colaboradores;
  • parcerias com universidades e escolas de idiomas que também deem desconto ou preços promocionais em cursos para seus funcionários;
  • café da manhã e alimentos gratuitos durante o expediente;
  • parcerias com academias e centros esportivos para que eles possam fazer atividades físicas e esportivas.

É importante buscar alternativas de benefícios para conceder à sua equipe sem onerar demais o seu negócio.

3. Inclua plano de saúde nos benefícios

Um plano de saúde empresarial pode ser incluído na sua gestão de benefícios como um importante motivador ou elemento de atração de talentos. Hoje em dia, essa opção se tornou muito popular para reter colaboradores, especialmente aqueles que possuem dependentes — além de colaborar como uma espécie de incentivo fiscal.

Afinal, ao implantar esse benefício, você poderá ganhar a isenção ou redução de alguns tributos direcionados à pessoa jurídica. Um plano de saúde também garante maior tranquilidade ao colaborador, que não fica dependente do serviço público.

Dessa forma, ele poderá trabalhar com menos preocupações caso algum dependente esteja doente ou poderá tratar-se com mais facilidade e agilidade em unidades privadas de saúde mais conceituadas quando for preciso.

4. Foque na limpeza e higienização constante

Pode parecer algo simples, mas a conservação e a manutenção do ambiente de trabalho causam profundos impactos na percepção do clima organizacional. Afinal, ninguém gosta de trabalhar em um local sujo e úmido, não é mesmo?

Por isso, é fundamental prezar pela limpeza e pela higienização constante das dependências da empresa, de modo que os funcionários possam atuar em um ambiente agradável e sadio.

5. Estabeleça maior flexibilidade de horário

As pessoas estão se conscientizando cada vez mais em relação à necessidade de priorizar a qualidade de vida, o convívio familiar e a satisfação pessoal em relação à rotina profissional. Por isso, é importante flexibilizar os horários do expediente de modo a satisfazer as necessidades do negócio e as de cada colaborador.

Entre as ações que você pode implantar nesse sentido, o estabelecimento de um Banco de Horas é uma das mais efetivas. Nesse sistema, o colaborador tem todas as suas horas de atividade profissional registradas, de modo que minutos passados além do expediente podem ser compensados futuramente.

A empresa também se beneficia, já que evita pagar muitas horas extras e pode, ainda, negociar com o funcionário para trabalhar além do expediente — inclusive em fins de semana, em alguma época importante. Sendo assim, basta conceder folgas para o profissional conforme sua necessidade. Ambos ganham com isso.

A flexibilização de horário de trabalho se tornou mais fácil graças à proliferação dos dispositivos móveis e à popularização da conexão à internet, que permite, por exemplo, o Home Office.

Aliás, ele é encarado por muitos como um ótimo benefício, pois, além de liberar o colaborador para trabalhar em casa, via web, ainda ajuda a cortar custos empresariais. Entre eles, gastos com transporte do funcionário, energia elétrica e limpeza do local de trabalho na organização.

6. Fomente programas sociais

Fomentar projetos sociais que colaborem com o desenvolvimento de comunidades próximas é uma boa maneira de estimular o convívio e a interação entre colaboradores, bem como elevar o nível de cooperação entre eles durante a rotina profissional.

Você pode planejar atividades de distribuição de alimentos, brinquedos ou roupas, por exemplo, e também poderá estimular aulas e atividades junto às pessoas que fazem parte do entorno da empresa. Além de promover uma ação social para fortalecer os laços entre colaboradores, a imagem da empresa se torna bastante positiva na sua região.

7. Incentive atividades voltadas para a saúde e qualidade de vida

Uma rotina acelerada, sem pausas para descanso, pode desencadear obesidade e enfermidades associadas, além de doenças ocupacionais nos colaboradores. Todas elas podem contribuir para uma queda nos níveis de satisfação e bem-estar em relação ao clima organizacional.

Para evitar isso, é importante incentivar atividades voltadas para a qualidade de vida e a saúde dos colaboradores. Você pode, por exemplo, fechar uma parceria com um profissional para coordenar atividades de ginástica laboral antes, durante e após os expedientes de trabalho, duas ou mais vezes por semana, em sessões curtas.

Também poderá fornecer aulas de yoga para os funcionários, uma vez por semana, para que eles cuidem do corpo. Se preferir, feche parcerias que concedam descontos para os seus colaboradores, podendo até mesmo liberar o espaço da empresa para as sessões.

Isso tudo poderá ajudá-los fisicamente, o que se reflete em ganho de produtividade, disposição e de qualidade de vida.

8. Implemente indicadores para medir o clima organizacional

Antes de planejar e organizar corretamente as ações de melhoria de clima organizacional, é necessário saber exatamente o que precisa ser feito.

Para tanto, é importante adotar e implantar indicadores que permitam mensurar aspectos do ambiente corporativo e, a partir disso, ajudar na elaboração de estratégias para elevar os índices de satisfação em relação ao clima interno.

Sendo assim, tente aplicar os seguintes indicadores:

  • índice de turnover: já foi mencionado, mas é importante ressaltar, pois a rotatividade de colaboradores é uma das piores consequências de um ambiente organizacional ruim. Ela também pode indicar uma baixa atratividade pela cultura do negócio ou um processo de seleção deficiente;
  • nível de absenteísmo: indica o percentual e as causas de ausências, atrasos e afastamentos na empresa. Um valor alto indica que algo não está bem no negócio;
  • número de reclamações no RH: é importante fornecer meios para que os colaboradores possam desabafar e contar o que os aflige dentro da empresa;
  • quantidade de processos trabalhistas: se sua empresa tem um número considerável de reclamações trabalhistas, é hora de reavaliar seus processos e as condições de trabalho ofertadas. Também é bom observar se o negócio tem cumprido corretamente a legislação trabalhista;
  • qualidade dos feedbacks: é essencial estabelecer processos que norteiem e contemplem a troca de feedbacks claros, objetivos e rápidos. Afinal, eles são necessários para evitar insegurança e desconfiança por parte dos colaboradores sobre suas performances na empresa.

9. Seja transparente e claro com os funcionários

A omissão de informações importantes que afetam a vida dos trabalhadores na empresa é prejudicial, principalmente em momentos de crise. Isso dá margem às fofocas e ao rádio peão, piorando ainda mais o clima de incerteza que pode pairar dentro da organização.

Para evitar isso, busque a transparência e preze por uma comunicação clara e objetiva, evitando dúvidas, ambiguidades e margens para interpretações equivocadas. Permita que um ou mais colaboradores participem de reuniões gerenciais e até da tomada de algumas decisões para que eles saibam que o que é repassado condiz com a realidade.

10. Contrate uma consultoria especializada na área

Para colocar as dicas mencionadas acima de forma prática e eficiente, é interessante contratar uma consultoria especializada na área. Desse modo, ela ainda poderá ajudar a otimizar sua gestão de benefícios corporativos e até a encontrar aqueles que podem ajudar a sua empresa a se tornar mais atrativa para os talentos do mercado.

Ela até pode ajudar a revisar os benefícios que você deseja oferecer, como os planos de saúde, além de colaborar no atendimento e na implementação de serviços voltados para a melhoria do clima organizacional.

A grande vantagem desse tipo de parceria é a troca de experiências entre a sua equipe de RH e o da consultoria, que geralmente emprega profissionais especializados na área organizacional.

Como visto antes, o clima corporativo é vital para a manutenção e a elevação da produtividade da empresa. Além disso, ele ajuda a reter os melhores colaboradores, sendo um diferencial para quem quer formar uma equipe com funcionários qualificados. Por isso, é essencial adotar estratégias e técnicas que otimizem a convivência dos colaboradores e o modo como eles se portam em relação ao empreendimento.

Aliás, um time com graus reduzidos de estresse lida melhor com os desafios, transtornos e adversidades do dia a dia corporativo, sem a necessidade de desentendimentos, conflitos e brigas. Consequentemente, todos interagem e se relacionam melhor, ao passo que o clima interno fica mais leve e saudável.

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